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domingo, 17 de abril de 2011

Aconselhamento Cristão: um desafio para Igrejas, pastores e líderes

Aconselhamento Cristão: um desafio para Igrejas, pastores e líderes

Aconselhamento, segundo o Dicionário Aurélio, é uma “forma de assistência psicológica destinada à solução de leves desajustamentos de conduta”. Se usarmos esta definição para aconselhamento, poderíamos definir aconselhamento cristão como uma forma de assistência espiritual, física e psicológica destinada à solução de todos os desajustamentos de conduta (leia-se Pecado) e os desajustamentos de motivação.

Portanto, aconselhamento cristão não é dizer a uma pessoa: “você está em pecado e deve mudar de atitude, porque a Bíblia diz. Caso contrário, você queimará no fogo do inferno”. Aconselhamento cristão não é dizer a uma pessoa: “você está agindo assim, porque no passado você não experimentou algo. Não se preocupe a culpa não é sua, mas de outras pessoas e das circunstâncias do passado”. No primeiro exemplo temos um legalismo frio que supervaloriza a culpa e anula a graça. No segundo exemplo, temos uma espécie de determinismo psicanalítico, que nega a culpa real do ser humano diante de Deus e destrói o evangelho de Cristo. Infelizmente, tem sido assim, que muitos pastores e líderes têm encarado o assunto aconselhamento cristão.

Wayne Mack afirma que o aconselhamento, para ser chamado cristão, precisa possuir quatro características: 1. Ser realizado por um cristão; 2. Ser centrado em Cristo (Cristo não é um adendo ao aconselhamento, mas é a alma e o coração do aconselhamento, a solução para os problemas. Isto contrata com o caráter antropocêntrico das psicologias modernas); 3. Ser alicerçado na Igreja (a Igreja é meio principal pelo qual Deus trás as pessoas ao seu convívio e as conforma ao caráter de Cristo) ; 4. Ser centrado na Escritura Sagrada (a Bíblia ajuda a compreender os problemas das pessoas e prover solução para os mesmos). De fato, estas características englobam conceitos que, se retirados do aconselhamento cristão, o transformará em mais uma psicoterapia puramente antropocêntrica e humanista.

O conselheiro cristão deve estar atento a alguns princípios para que o aconselhamento seja eficaz. Primeiramente, ele precisa levar em conta que, diante de si, está um ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26,27) e que mesmo depois da queda, não perdeu esta imagem, ainda que ela esteja seriamente avariada. É por causa do pecado que o homem está em profundo conflito. O conflito (ou conflitos) que o ser humano vive é porque o pecado o separou de Deus (problema espiritual), também o separou dos seus iguais (problema sociológico), de si mesmo (problema psicológico) e da criação (problema ecológico) .

Em segundo lugar, o conselheiro cristão deve ter em mente que o mesmo Deus que criou este homem, também planejou redimi-lo através da vida e da morte de seu Unigênito Filho. O qual ofereceu um sacrifício perfeito, a fim de purificar plenamente a consciência daqueles que se achegam a ele, de suas obras mortas (Hb 9.14). Assim, o aconselhamento é uma maneira de apresentar o propósito da redenção em Cristo.

Em terceiro lugar, o conselheiro cristão deve refletir o amor, a misericórdia, a graça e a justiça de Deus àquele que o procura. Esta atitude é chamada de empatia. Empatia é a “tendência para sentir o que sentiria caso estivesse na situação e circunstâncias experimentadas por outra pessoa”. O conselheiro cristão que é empático, terá melhores resultados no aconselhamento, pois o aconselhado sentirá que aquela pessoa que está diante dele realmente se importa.

E, finalmente, que o objetivo do aconselhamento cristão é conduzir a pessoa a um relacionamento maduro com Cristo. Entendo que a maturidade cristã é a compreensão das verdades bíblicas e a sua aplicabilidade no cotidiano; além da obediência à vontade de Deus. Portanto, a tarefa do conselheiro é conduzir o aconselhado à maturidade em Cristo, ou seja, equipar o indivíduo com as respostas de Deus para os seus problemas e ensinar como Deus quer que ele viva. Isto torna importantíssima a participação do conselheiro cristão na edificação do Corpo de Cristo.

Infelizmente, muitos pastores e líderes são mal informados e mal formados quanto à questão do aconselhamento cristão. Alguns pioram a situação dos que buscam ajuda, ao invés de fornecer o apoio necessário ao momento. Outros simplesmente dizem: “você deve procurar um profissional” (leia-se psicoterapeuta). É claro que certos casos, a ajuda profissional é bem-vinda e necessária. Porém, a responsabilidade de dar as respostas aos conflitos humanos é primeiramente dos pastores e líderes cristãos. Afinal, nós temos a resposta verdadeira. Se a Igreja exercesse o seu papel terapêutico, não teríamos tantas pessoas desesperadas por viver seus destruidores conflitos.

Larry Crabb aponta três níveis diferentes de aconselhamento no contexto da Igreja, que vai desde o encorajamento pessoal através de relacionamentos até um nível que requer mais preparo . Assim, o aconselhamento cristão pode acontecer em todos os níveis da Igreja, gerando saúde e maturidade cristã.

Parte do fracasso de muitos pastores nesta área, deve-se ao mau preparo acadêmico. E isto, não é privilegio de presbiterianos somente. Muitos pastores de outras denominações, tanto históricas quanto pentecostais, reclamam da falta de preparo que receberam durante o seminário. Estamos formando bons teólogos e bons pregadores, mas será que estamos formando pastores conselheiros? Porém, a falta de preparo acadêmico não pode servir de desculpa para o não aprimoramento. Existem muitos livros, artigos e cursos que ajudam o pastor ou o líder a saber mais sobre o aconselhamento cristão.

A outra parte do fracasso deve-se a falta de interesse pelo tema. A máxima, “não tenho dom para isto” é repetida por muitos e na realidade é uma fuga. Temas como missões, crescimento da Igreja, louvor e adoração dão mais ibope; enquanto que o aconselhamento é meio desprestigiado. Mesmo não sendo o dom do pastor ou do líder, ele será procurado por pessoas desesperadas por ajuda. Por isso, ele deve buscar ter um certo conhecimento do que fazer, para não trocar os pés pelas mãos.

A tendência dos nossos dias é o crescimento do número de indivíduos desajustados e conflituosos. Muitos destes procurarão a resposta para suas questões e conflitos na Igreja. O que as Igrejas, os pastores e os líderes terão a oferecer? Como tratarão estes indivíduos? Que respostas darão a elas? Como estas resposta serão dadas?

Ou a Igreja assume o seu papel terapêutico, entendendo que ela tem a responsabilidade e a autoridade para dar as respostas corretas ao homem pós-moderno e seus conflitos, ou o que veremos será o caos, tanto fora quanto dentro de nossas Igrejas. Transcristo do Rev. Gladston Pereira da Cunha

MANIFESTO PRESBITERIANO SOBRE ABORTO E HOMOFOBIA

MANIFESTO DA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL SOBRE ABORTO E HOMOFOBIA


A IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL, diante do momento atual em que as forças organizadas da sociedade manifestam sua preocupação com a possibilidade da aprovação de leis que venham labutar contra a santidade da vida e a cercear a liberdade constitucional de expressão das igrejas brasileiras de todas as orientações, vem a público MANIFESTAR quanto à prática do aborto e a criminalização da homofobia.I – Quanto à prática do ABORTO, a Igreja Presbiteriana do Brasil reconhece que muitos problemas são causados pela prática clandestina de abortos, causando a morte de muitas mulheres jovens e adultas. Todavia, entende que a legalização do aborto não solucionará o problema, pois o mesmo é causado basicamente pela falta de educação adequada na área sexual, a exploração do turismo sexual, a falta de controle da natalidade, a banalização da vida, a decadência dos valores morais e a desvalorização do casamento e da família.Visto que: (1) Deus é o Criador de todas as coisas e, como tal, somente Ele tem direito sobre as nossas vidas; (2) ao ser formado o ovo (novo ser), este já está com todos os caracteres de um ser humano, e que existem diferenças marcantes entre a mulher e o feto; (3) os direitos da mulher não podem ser exercidos em detrimento dos direitos do novo ser; (4) o nascituro tem direitos assegurados pela Lei Civil brasileira, e sua morte não irá corrigir os males já causados no estupro e nem solucionará a maternidade ilegítima.Por sua doutrina, regra de fé e prática, a Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a legalização do aborto, com exceção do aborto terapêutico, quando não houver outro meio de salvar a vida da gestante.II – Quanto à chamada LEI DA HOMOFOBIA, que parte do princípio que toda manifestação contrária ao homossexualidade é homofóbica, e caracteriza como crime essas manifestações, a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre o homossexualidade como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos.Visto que: (1) a promulgação da nossa Carta Magna em 1988 já previa direitos e garantias individuais para todos os cidadãos brasileiros; (2) as medidas legais que surgiram visando beneficiar homossexuais, como o reconhecimento da sua união estável, a adoção por homossexuais, o direito patrimonial e a previsão de benefícios por parte do INSS foram tomadas buscando resolver casos concretos sem, contudo, observar o interesse público, o bem comum e a legislação pátria vigente; (3) a liberdade religiosa assegura a todo cidadão brasileiro a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, sendo a este vedada a interferência nas formas de culto, na subvenção de quaisquer cultos e ainda na própria opção pela inexistência de fé e culto; (4) a liberdade de expressão, como direito individual e coletivo, corrobora com a mãe das liberdades, a liberdade de consciência, mantendo o Estado eqüidistante das manifestações cúlticas em todas as culturas e expressões religiosas do nosso País; (5) as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação; e que Jesus Cristo ratificou esse entendimento ao dizer, “. . . desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher” (Marcos 10.6); e que os apóstolos de Cristo entendiam quea prática homossexual era pecaminosa e contrária aos planos originais de Deus (Romanos 1.24-27; 1Coríntios 6:9-11).Ante ao exposto, por sua doutrina, regra de fé e prática, a Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a aprovação da chamada lei da homofobia, por entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualidade não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna e pela Declaração Universal de Direitos Humanos; e por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais.Portanto, a Igreja Presbiteriana do Brasil não pode abrir mão do seu legítimo direito de expressar-se, em público e em privado, sobre todo e qualquer comportamento humano, no cumprimento de sua missão de anunciar o Evangelho, conclamando a todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo.Patrocínio, Minas Gerais, abril de 2007 AD.Rev. Roberto BrasileiroPresidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do BrasilA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL, diante do momento atual em que as forças organizadas da sociedade manifestam sua preocupação com a possibilidade da aprovação de leis que venham labutar contra a santidade da vida e a cercear a liberdade constitucional de expressão das igrejas brasileiras de todas as orientações, vem a público MANIFESTAR quanto à prática do aborto e a criminalização da homofobia.

I – Quanto à prática do ABORTO, a Igreja Presbiteriana do Brasil reconhece que muitos problemas são causados pela prática clandestina de abortos, causando a morte de muitas mulheres jovens e adultas. Todavia, entende que a legalização do aborto não solucionará o problema, pois o mesmo é causado basicamente pela falta de educação adequada na área sexual, a exploração do turismo sexual, a falta de controle da natalidade, a banalização da vida, a decadência dos valores morais e a desvalorização do casamento e da família.


Visto que: (1) Deus é o Criador de todas as coisas e, como tal, somente Ele tem direito sobre as nossas vidas; (2) ao ser formado o ovo (novo ser), este já está com todos os caracteres de um ser humano, e que existem diferenças marcantes entre a mulher e o feto; (3) os direitos da mulher não podem ser exercidos em detrimento dos direitos do novo ser; (4) o nascituro tem direitos assegurados pela Lei Civil brasileira, e sua morte não irá corrigir os males já causados no estupro e nem solucionará a maternidade ilegítima.


Por sua doutrina, regra de fé e prática, a Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a legalização do aborto, com exceção do aborto terapêutico, quando não houver outro meio de salvar a vida da gestante.

II – Quanto à chamada LEI DA HOMOFOBIA, que parte do princípio que toda manifestação contrária ao homossexualidade é homofóbica, e caracteriza como crime essas manifestações, a Igreja Presbiteriana do Brasil repudia a caracterização da expressão do ensino bíblico sobre o homossexualidade como sendo homofobia, ao mesmo tempo em que repudia qualquer forma de violência contra o ser humano criado à imagem de Deus, o que inclui homossexuais e quaisquer outros cidadãos.


Visto que: (1) a promulgação da nossa Carta Magna em 1988 já previa direitos e garantias individuais para todos os cidadãos brasileiros; (2) as medidas legais que surgiram visando beneficiar homossexuais, como o reconhecimento da sua união estável, a adoção por homossexuais, o direito patrimonial e a previsão de benefícios por parte do INSS foram tomadas buscando resolver casos concretos sem, contudo, observar o interesse público, o bem comum e a legislação pátria vigente; (3) a liberdade religiosa assegura a todo cidadão brasileiro a exposição de sua fé sem a interferência do Estado, sendo a este vedada a interferência nas formas de culto, na subvenção de quaisquer cultos e ainda na própria opção pela inexistência de fé e culto; (4) a liberdade de expressão, como direito individual e coletivo, corrobora com a mãe das liberdades, a liberdade de consciência, mantendo o Estado eqüidistante das manifestações cúlticas em todas as culturas e expressões religiosas do nosso País; (5) as Escrituras Sagradas, sobre as quais a Igreja Presbiteriana do Brasil firma suas crenças e práticas, ensinam que Deus criou a humanidade com uma diferenciação sexual (homem e mulher) e com propósitos heterossexuais específicos que envolvem o casamento, a unidade sexual e a procriação; e que Jesus Cristo ratificou esse entendimento ao dizer, “. . . desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher” (Marcos 10.6); e que os apóstolos de Cristo entendiam quea prática homossexual era pecaminosa e contrária aos planos originais de Deus (Romanos 1.24-27; 1Coríntios 6:9-11).


Ante ao exposto, por sua doutrina, regra de fé e prática, a Igreja Presbiteriana do Brasil MANIFESTA-SE contra a aprovação da chamada lei da homofobia, por entender que ensinar e pregar contra a prática do homossexualidade não é homofobia, por entender que uma lei dessa natureza maximiza direitos a um determinado grupo de cidadãos, ao mesmo tempo em que minimiza, atrofia e falece direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna e pela Declaração Universal de Direitos Humanos; e por entender que tal lei interfere diretamente na liberdade e na missão das igrejas de todas orientações de falarem, pregarem e ensinarem sobre a conduta e o comportamento ético de todos, inclusive dos homossexuais.
Portanto, a Igreja Presbiteriana do Brasil não pode abrir mão do seu legítimo direito de expressar-se, em público e em privado, sobre todo e qualquer comportamento humano, no cumprimento de sua missão de anunciar o Evangelho, conclamando a todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo.

terça-feira, 12 de abril de 2011

SEMELHANÇA, NÃO MERA CONHECIDÊNCIA

Caio Fábio, Edir Macedo e Welington M. de Oliveira

O que você pensa de uma pessoa que se acha no direito de julgar se uma criança deve viver ou não? Local do massacre no Realengo Para esses três homens, a vida de certas crianças não significa nada. Seu direito e sua escolha pela vida, não importam de nada. O que me espanta é como dois pastores que nunca empunhariam uma arma nas mãos (creio eu), podem ser favoráveis a outro tipo de massacre infantil em nossa nação.


Na sexta-feira da semana passada (8 de abril de 2011), um amigo chamado Marcos Vasconcelos escreveu um artigo sobre “Os brasileirinhos abortados no Realengo”. Neste artigo, Marcos traça paralelos entre o crime praticado por Wellington Menezes de Oliveira (o atirador da escola no Realengo) e o crime praticado por milhares de brasileiros, diariamente, assassinando crianças que ainda vivem a vida intra-uterina. Ao primeiro, normalmente chamamos de assassinato. Ao segundo, normalmente damos o nome de aborto, ou, como insistem alguns, de “interrupção voluntária de gravidez”.


Além de Marcos, outros amigos têm escrito sobre o mesmo prisma, como fez Enézio de Almeida Filho, tratando da hipocrisia brasileira ao silenciar diante do massacre que acontece todos os dias quando milhares de crianças morrem abortadas. Meu coração ainda chora quando lembro das palavras da aluna Jade Ramos (12 anos) que assistiu Wellington matando seus coleguinhas em plena sala de aula: “não atira em mim, não atira em mim, por favor, por favor moço”, após o que, ele atirava em suas cabeças.


Com toda sinceridade, sinto uma profunda tristeza pela concordância do Pr. Caio Fábio e do Bp. Edir Macedo com o aborto. Sim, embora pareça algo absurdo, esses senhores são aberta e publicamente favoráveis ao assassinato de crianças vivendo no útero. Não estou escrevendo sobre a vida e o caráter desses três homens, pois não os conheço (Caio, Edir e Wellington). Escrevo com base naquilo que eles têm feito e dito publicamente.


Pr. Caio Fábio Caio Fábio, pastor muito conhecido (e seguido) em nosso país, é a favor do aborto. Há dois documentos na internet onde ele se manifesta apoiando a prática do mesmo. Pr. Caio Fábio Em seu site pessoal (www.caiofabio.net), há uma seção onde pessoas enviam cartas para que Caio às responda publicamente. Em uma dessas cartas, uma mulher fica sabendo que está grávida de uma menininha de 13 semanas, e que a mesma é portadora da Síndrome de Down. Diante dessa notícia, o casal fica profundamente triste e procura um psicólogo “cristão” que os aconselha a abortar a criança, uma vez que o nascimento da mesma traria muita tristeza, tanto aos pais “quanto para o neném”, palavras dos pais.


Diante desse conselho (do inferno, no meu ponto de vista), esse casal procura um pastor pedindo conselhos bíblicos para sua decisão. E escrevem para o Pr. Caio Fábio. O que, talvez, não esperavam (não sei), é que o Pr. Caio não acrescentaria nem tiraria um til ou uma vírgula do que o psicólogo lhes aconselhou. Mesmo sabendo que a criança já tinha 13 semanas de vida, que era uma menina, leia o que Caio respondeu ao casal: “Sobre sua questão, se é pecado ou não, digo-lhe, com minha consciência limpa diante de Deus, que se eu estivesse em situação semelhante, com todas as dores desta vida, ainda assim aceitaria a sugestão do psicólogo e cristão. ... Creio também no Deus que vê o coração, e que não julga como julga o homem, e que sabe com que coração vocês tiveram que fazer isto. Pecado, meu irmão, é ter filhos sem amor, é deixa-los crescer sem afeto, é não educa-los na justiça e na misericórdia, e, sobretudo, é chamá-los à existência sem que se tenha a disposição em amor quanto a cuidar deles ... Pecado não é abortar a criança que nasceria sem meios de viver a vida com independência, sendo que tal decisão foi objeto de dor e tristeza (Deus vê) por parte dos pais. Não! Pecado é gerar filhos que existem como abortos vivos no chão da Terra. Quanto ao mais, meu querido amigo, cuide bem de sua esposinha, encha-a de amor e carinho, e, tão logo quanto seja possível, busquem juntos ter um outro filho.” Caio Fábio aqui: http://www.caiofabio.net/conteudo.asp?codigo=01851 (acessado em 11 de abril de 2011) Criança com 13 semanas Entenderam a conselho de Caio? Pecado não é abortar, mas ter filhos sem amor! Logo, se o filho em seu ventre não trará alegria a você, o aborte. Simples assim. Se você não terá a disposição de amar seu filho, é melhor matá-lo (ou, para ficar mais bonitinho, “abortá-lo”). Seja sincero com você mesmo e busque, acima de tudo, a sua felicidade - este é o conselho de Caio, e não da Bíblia! Veja aqui como é uma menina com 13 semanas de vida, e que Caio aconselhou os pais a matar. Leia um excelente comentário sobre isso neste excelente artigo de Norma Braga.


No YouTube, Caio Fábio é questionado por seguidores quanto ao aborto. O que seu questionador aparentemente espera é que ele contradiga o que Edir Macedo havia dito quanto à prática do aborto. Mas não. No vídeo, Caio apenas diz que “aborto é um assunto pessoal”, ou seja, cada um, em sua própria família, deve decidir segundo sua própria consciência se devem abortar ou não, e que ninguém deve julgar a decisão do outro. Neste vídeo, Caio não usa um texto bíblico para responder a pergunta. O que se ouve é um discurso cheio de uma aparente intelectualidade recheada com tons de espiritualidade. Mas sem Bíblia. Aliás, pra quê Bíblia para um senhor que se assenta na varanda de sua casa para gravar videozinhos falando mal de tanta gente, batendo a mão na cadeira e desafiando “qualquer teólogo a vir discutir comigo”, quando, na verdade, ele só grita e diz tudo isso pra seus questionadores e seguidores que gravam suas declarações para, depois, soltar o veneno internet afora. Massacre nas clínicas de aborto no Brasil Mas, talvez você diria, ele fala de Deus, ele fala do caminho da $$$, ele fala do Nome, ele isso e ele aqui. Muito bem! E por outro lado, diz o que diz aí acima. Sabe do que eu chamo isso? “LÍNGUA DE SERPENTE”. Sai da mesma boca, mas tem uma ponta voltada para um lado e outra para outro lado. Eu lhe digo: cuidado com serpentes! Com elas não se brincam. Para mim, tal conselho do Pr. Caio é veneno que vem de serpente, e, por isso, eu grito bem alto a todos quantos amo: FUJAM DESSA SERPENTE, OU SERÃO PICADOS E MORRERÃO. Bispo Edir Macedo É LENHA VERDE PARA QUEIMAR NO INFERNO Bispo Edir Macedo Em um vídeo que você pode assistir clicando aqui, Macedo diz que “adora falar sobre aborto e planejamento familiar”. Ele diz que gosta do assunto pelo fato dele trazer alegria e paz para muitas família. Eu duvido. Macedo diz que o aborto é uma forma de manter a qualidade de vida em uma família. “Poucos filhos, poucos problemas”, diz Macedo. Para Macedo, as meninas pobres têm tido muitos filhos, e sem nenhuma estrutura. Daí, justifica que o melhor para todos é o aborto. Veja o que ele diz: “Eu pergunto o que é melhor: um aborto ou uma criança mendigando e vivendo em um lixão? O que é melhor? Eu sou a favor do aborto sim, com toda a fé do meu coração. E se estou pecando, eu cometo este pecado consciente disso, porque é uma questão de inteligência, de razão... Lá em Nova Iorque, depois que legalizaram o aborto, a criminalidade diminuiu, assustadoramente. Por quê? Porque deixou de nascer criança revoltada. Por que uma criança revoltada é uma arma contra nós, contra a sociedade. Sou a favor do aborto, sou a favor do planejamento familiar.” Edir Macedo aqui: http://www.youtube.com/watch?v=w1ebd-w2eR8 (acessado em 11 de abril de 2011)


Percebe a semelhança entre Macedo e Caio Fábio? Para ambos, o importante é a sua felicidade! E não a da menininha de 13 semanas que está no ventre daquela mãe. Você tem direitos! Vai lá e aborte! O importante é agir segundo o seu coração, o importante é ser sincero, é ser inteligente, e não ligue para o que os outros vão dizer de você.


Lamento Edir, lamento Caio. Lamento por vocês. Como cristão, sinto vergonha alheia de vocês. E gostaria, sinceramente, que Deus lhes ajudasse a entender a beleza desses versos bíblicos: “Antes do seu nascimento, quando você ainda estava na barriga da sua mãe, eu o escolhi e separei para que você fosse um profeta para as nações” Jeremias 1.5 “... cobriste-me no ventre de minha mãe. Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia. E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grandes são as somas deles!” Salmo 139.13-17 "Quando ouvi você me cumprimentar, a criança ficou alegre e se mexeu dentro da minha barriga." Lucas 1.44 Sabe qual a diferença entre a vida daqueles adolescentes mortos no Realengo e a das crianças abortadas diariamente? Nenhuma. Todos são seres humanos, vivos, querendo viver, escolhendo pela vida. Mas são crianças indefesas nas mãos de homens com poder para decidir se vão ou não tirar a vida das mesmas. Em ambos os casos, as crianças não tiveram nenhuma condição de vencer os “adultos” que os quiseram mortos.


Se puder, veja o vídeo abaixo sobre a história de Gianna Jessen, sobrevivente de um aborto. Postado por Wilson Porte Jr. às 6:14 PM 7 comentários

segunda-feira, 11 de abril de 2011

UMA VEZ SALVO PARA SEMPRE

Uma vez salvo, salvo para sempre?

Depois de participar de um debate sobre este tema no Programa Vejam Só, da RIT-TV, transmitido nesta semana (dia 11/03) resolvi escrever este pequeno artigo com alguns argumentos que usei no debate e outros que não foram utilizados pela limitação de tempo do programa.

1. Os decretos de Deus. A Bíblia nos mostra que, antes da fundação do mundo, Deus já havia determinado tudo o que aconteceria. Eis alguns textos que nos mostram isto:

“O conselho do SENHOR dura para sempre; os desígnios do seu coração, por todas as gerações.” Salmo 33.11

“Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda." Salmo 139.16

“Jurou o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e, como determinei, assim se efetuará”. Isaías 14.24

"Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que eu sou Deus, e na há outro Deus, não há outro semelhante a mim. Que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade". Isaías 46.9-10.

“... então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.” Mateus 25.34

"Herodes, Pilatos, os gentios, e o povo de Israel se ajuntaram para fazerem tudo o que a tua mão e o teu conselho tinham anteriormente determinado que se havia de fazer". Atos 4.27,28.

“... diz o Senhor, que faz estas coisas conhecidas desde séculos”. Atos 15.18

“As­sim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo” Efésios 1.4

“... que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos” 2 Timóteo 1.9

“... segundo o eterno propósito que estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor” Efésios 3.11

A questão, portanto, é a seguinte: Se Deus determinou todas as coisas que acontecerão, teria ele deixado em aberto o destino eterno dos homens? Isto é, se um homem quer ou não ser salvo, isto independe dos planos de Deus? Deus não interfere?

2. Nossa filiação em Cristo. A Bíblia diz que apenas aqueles que crêem em Jesus Cristo são filhos de Deus: "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome" João 1.12. A questão aqui é: um filho pode deixar de ser filho? Será que Deus nos dá o direito (exousia, no grego) de sermos filhos e depois, por causa de um pecado, cancela este direito? Não há qualquer registro na Bíblia de Deus cancelando a filiação de algum filho.

3. O Espírito Santo em nós. A Bíblia diz que o filho de Deus torna-se morada, habitação do Espírito. Em João 14.16 nós lemos: "E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco". No mesmo capítulo, versículo 23 lemos: "Respondeu Jesus: Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada." A questão aqui é: se é verdade que o crente perde a salvação, para onde vai o Espírito Santo? Vai embora? No versículo 16 não diz que ele estará para sempre conosco?

4. O Livro da Vida. A Bíblia diz que os nomes dos filhos de Deus estão escritos no Livro da Vida (Fp 4.3; Ap 3.5; 13.8; 17.8; 20.12,15; 21.27). Se é verdade que o crente perde a salvação, como funciona o registro neste livro? Deus escreve quando a pessoa se converte e apaga quando peca? Se se arrepende, Deus volta a escrever o nome? Esse "escreve e apaga" combina com Deus soberano e imutável?

5. Por que pessoas se arrependem? Imaginemos que uma pessoa foi batizada na igreja e, depois de um tempo, afastou-se dos caminhos do Senhor. Se é verdade que o crente perde a salvação, esta pessoa perdeu. E se perdeu a salvação, o que esta pessoa poderá fazer para voltar a obtê-la? Ora, ele precisará se arrepender? Mas é possível se arrepender sem a ajuda de Deus? Alguém que está na carne pode voltar para Deus, sem que Este toque seu coração? Mortos espiritualmente não querem voltar para Deus. Veja o que Paulo diz em Romanos 3.10-12: "...como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer." Sendo assim, este desviado nunca terá forças para voltar-se para Deus e obter de novo a sua salvação. Porém, se você crê que Deus pode tocar no coração dele para fazê-lo voltar, você, então, acredita que a salvação não é uma decisão meramente humana, mas que ela pertence a Deus (Jonas 2.9) e que é somente Deus "quem efetua em nós tanto o querer como o realizar" (Filipenses 2.13). Se Deus toca no coração de alguém para que este se converta dos seus maus caminhos, é porque Deus tem planos para esta vida. E se Deus tem planos para esta vida (a ponto de tocar no seu coração) quando será que Ele concebeu estes planos? Não teria sido na eternidade?

Encerro com a compilação de alguns textos que nos mostram a segurança que podemos ter com relação a nossa salvação:

"... porque o SENHOR, vosso Deus, é misericordioso e compassivo e não desviará de vós o rosto, se vos converterdes a ele" 2 Crônicas 30.9

"Pois o SENHOR ama a justiça e não desampara os seus santos; serão preservados para sempre, mas a descendência dos ímpios será exterminada." Salmo 37.28

“Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda." Salmo 139.16

"E a vontade de quem me enviou é esta: que nenhum eu perca de todos os que me deu; pelo contrário, eu o ressuscitarei no último dia." João 6.39

"As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar." João 10.27-29

"Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo." João 17.24

"Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor." Romanos 8.37-39

"Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus." Filipenses 1.6

"... porque sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia." 2 Timóteo 1.12

"Eles saíram de nosso meio; entretanto, não eram dos nossos; porque, se tivessem sido dos nossos, teriam permanecido conosco; todavia, eles se foram para que ficasse manifesto que nenhum deles é dos nossos." 1 João 2.19

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

SERIAL KILLER NO RIO DE JANEIRO 07/04/2011


Esta semana fora marcada por uma catástrofe, onde adolescentes foram brutalmente assassinados enquanto estavam em sala de aula, parecia em muito com o serial killer nos Estados Unidos, onde um aluno ou ex-aluno entra na escola ou universidade atirando aleatoriamente nos alunos e no professor.

Mães, pais, tios e irmãos, vizinhos parentes mais próximos desesperados na porta do colégio por uma notícia do seu ente querido, se estava ferido, morto ou qualquer coisa.

A psicose foi a grande vilã desta tragédia, de ceifar vidas que estavam iniciando seus sonhos, projetos, anseios de vida, quem sabe, sair daquela comunidade e cidade, e construir uma vida extremamente diferente da que estava vivendo.

Não, a psicose não foi a grande vilã, mas os pais de Wellington foram os grandes vilões desta chacina, porque se tivessem criado na admoestação e disciplina verbal e física, com certeza Wellington seria uma pessoa muito diferente do que quinta-feira dia 07/04/2011.

Infelizmente este dia ficou marcada nas famílias vítimas deste doente mental, das famílias vizinhas a escola, as famílias do Rio de Janeiro e de todo o Brasil, como o dia em que Wellington assassinou adolescentes num colégio no subúrbio do Rio de Janeiro, mas Wellington foi um rapaz que fora privado por seus pais, ainda criança de uma educação infantil descente, de uma repreensão e admoestação a altura, de uma disciplina verbal e física que jamais deveria causar mal ou dano as crianças de sua idade, menor ou maior.

O culpado desta chacina é a própria Federação do Brasil que proíbe a disciplina física na educação de seus filhos punindo os pais com pena.

A disciplina física está novamente nos noticiários, e os pais têm todo motivo para se preocupar, pois os fanáticos antidisciplina não descansarão até que o castigo físico seja proibido em toda a sociedade.

Na cidade de Brookline, EUA, os cidadãos debateram a questão da disciplina física numa reunião municipal depois que o residente Ronald Goldman convenceu os vereadores a propor uma medida “recomendando” que os pais deviam parar de disciplinar seus filhos com surras. De acordo com Goldman, sua meta era respeito mútuo entre pais e filhos. Goldman, que não tem filho algum, disse que nunca foi surrado quando era criança. Apesar disso, ele ficou interessado em castigo físico enquanto fazia pesquisa em busca do diploma de doutor em psicologia. Soa um pouco estranho? De fato, na liberal cidade de Brookline, Massachusetts, a cruzada de Goldman contra o castigo físico se encaixa no perfil do politicamente correto.

A colunista Margery Eagan do jornal Boston Herald diz que Brookline não é só uma cidade anti-surras, mas também uma “cidade antidisciplina”. Eagan deu uma informação hilariante de mães de Brookline que resistiram. Essas mães, ofendidas pela má conduta de outras crianças, quieta e secretamente disciplinam os próprios filhos. Como uma mãe relatou: “Para ir ao MacDonald’s, visto um chapéu e óculos escuros”.

É claro que tudo isso está em conformidade com a perspectiva e cultura liberal de Brookline. Certa mãe, Monique Spencer, contou acerca de vizinhos que não queriam permitir que os filhos a visitassem por causa de um forno microondas na casa. Ela também contou de uma situação em que ela deu de presente brinquedinhos movidos à pilha num evento recente. “Uma mãe veio até mim transtornada e disse: ‘Quero que você saiba que não temos pilhas em nossa casa… Somos antipilhas’”.

E então a multidão antipilha, antiforno microondas e anti-sova se ajuntou na reunião da Prefeitura de Brookline, em que cidadãos votaram 105 a 78 para não adotar a proposta de Goldman. Richard Wheeler, advogado de bens imobiliários, propôs adiar a medida indefinidamente, argumentando que a disciplina física “é uma questão de liberdade pessoal e escolha pessoal”. Wheeler também disse: “Senti que não era conveniente uma reunião municipal interferir nas decisões dos pais”. Os comentários de Wheeler indicam que em Brookline há ainda alguma aparência de bom senso, ainda que fraco.

A controvérsia sobre a disciplina física não se limitou a Brookline, uma cidade que quer ficar na moda. No começo de 2004, o Supremo Tribunal do Canadá conteve uma campanha para proibir a disciplina física de crianças canadenses. Apesar disso, o Parlamento Canadense provavelmente discutirá a questão em futuro próximo, com entidades de direitos humanos fazendo intensa pressão sobre os parlamentares a fim de mudarem as leis do Canadá, de modo que proíbam todo castigo físico nas províncias canadenses.

A disciplina física já é proibida na Suécia, Finlândia, Dinamarca, Noruega, Áustria, Chipre, Croácia e Látvia. As nações que estão estudando medidas para proibir o castigo físico incluem Itália, Alemanha, Bulgária, Bélgica e a República da Irlanda. Quem está por trás da maior parte dessa campanha é o Comitê da ONU sobre os Direitos das Crianças, que está pressionando os países a proibir todo castigo físico ou enfrentarem condenação e críticas públicas. Os ativistas antidisciplina afirmam que a Convenção da ONU sobre os Direitos das Crianças exige que todo castigo físico seja proibido no mundo inteiro.

O governo britânico até agora não quer dar apoio a uma proibição total às surras (conhecidas lá como bater com a mão aberta), mas com o apoio da Igreja Católica Romana, da Igreja da Inglaterra e das igrejas metodistas, a proposta para proibir a disciplina não morrerá tão cedo.

Uma compreensão adequada dessa questão começa com uma simples pergunta — como Deus instruiria os pais a disciplinar seus filhos?

A Bíblia apresenta uma mensagem bem clara e equilibrada sobre a necessidade absoluta de os pais disciplinarem os filhos. Os pais têm a obrigação de ensinar e exigir obediência de seus filhos. A questão da obediência está no próprio centro da preocupação da Bíblia com a obediência à autoridade e instrução no que é certo diante de Deus.

Os pais têm uma responsabilidade inescapável de disciplinar seus filhos ao mesmo tempo em que devem criá-los, educá-los e admoestá-los no Senhor. A atitude negligente de não exigir obediência é caracterizada na Bíblia como fracasso trágico dos pais. Aliás, os pais que não exigem obediência de seus filhos estão demonstrando desobediência aos mandamentos de Deus.

A Bíblia instrui os pais a surrar seus filhos? A resposta a essa pergunta deve ser um enfático Sim. Embora as palavras “poupe a vara e estrague a criança” não apareçam nos textos da Bíblia, a Bíblia usa o mesmo argumento de um modo inquestionável. “Não evite disciplinar a criança; se você a castigar com a vara, ela não morrerá”, instrui Provérbios 23.13. O próprio versículo seguinte ensina que o uso da disciplina física poderá realmente resgatar a alma da criança do inferno.

A perspectiva bíblica começa com uma compreensão diametralmente oposta à mentalidade secular de hoje. Influenciadas pela psicologia humanista, a maioria das pessoas supõe que a criança nasce essencialmente inocente de todo pecado e culpa todas as transgressões subseqüentes nos efeitos prejudiciais da socialização e má influência. É claro que a Bíblia ensina que as crianças nascem pecadoras que por toda a vida precisarão de disciplina. No caso das crianças, isso significa disciplina física e castigo físico. Provérbios 22.15 declara: “A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela”.

A principal causa da epidemia moderna de crianças fora do controle é a negligência de os pais disciplinarem seus filhos. Os modernos defensores da aplicação de suspensão das brincadeiras e formas semelhantes de disciplina evitam o propósito essencial de Deus, que quer que uma surra enfatize o relacionamento causa-efeito da desobediência e castigo. Um castigo rápido e firme aplicado pelos pais é o meio necessário de ensinar as crianças que sua desobediência não será permitida, e que elas serão levadas a um comportamento de obediência, de um jeito ou de outro.

É claro que a Bíblia se refere a castigo físico punitivo, não a abuso nocivo. Os pais precisam aprender o método de surrar de modo imparcial e justo, nunca utilizando uma surra como demonstração de ira ou raiva. Como ato imparcial e justo, a surra deve ser administrada de um jeito sério, particular e equilibrado pelos pais que ensinam que esse castigo é necessário para o ato específico de desobediência. A surra é imparcial e justa no sentido de que não é resultado da perda do controle emocional dos pais, nem das idéias excêntricas dos pais, mas de necessidade moral.

Naturalmente, os pais precisam causar suficiente dor para deixar bem claro o objetivo, e garantir que a criança tenha medo do castigo. O próprio ato de surrar sustenta a disciplina dos pais e torna o espírito da criança humilde. A dor é real, mas temporária. A lição deve ser igualmente real — e bem mais duradoura.

A disciplina saudável deve emergir de uma vida familiar saudável e do relacionamento de amor entre os pais e os filhos. Os pais tentados a achar um método mais fácil ou menos controverso de disciplina precisam compreender que a suspensão das brincadeiras e apenas ensinar com palavras geralmente não produzem nada e frustram mais do que qualquer outra coisa.

Os ataques contra a disciplina física são ataques claramente disfarçados contra a autoridade dos pais. Se o atual modismo antidisciplina continuar, os pais cristãos poderão se achar forçados a escolher entre obedecer à lei do país ou a lei de Deus. Quem é que podia imaginar que desempenhar o papel de pai e mãe no século XXI exigiria tal coragem?
Não quero causar má impressão, mas desejo que você pai e você mãe eduque seu filho.
Tem aqui um video de que quando a mãe e o pai falha na educação do filho acontece massacre.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Um culto em Mars Hill Church

Um culto em Mars Hill Church Postado por Augustus Nicodemus Lopes Aproveitei uma visita ao Discovery Institute em Seatlle e no domingo fui com meu amigo Davi Gomes à famosa igreja do Mark Driscoll, a Mars Hill Church, localizada em Ballard, próximo ao centro de Seattle. Eu poderia ter ido a várias outras igrejas, inclusive presbiterianas, mas quis conhecer em primeira mão a igreja do Driscoll. Afinal, tem havido tanta controvérsia sobre ele entre reformados que não poderia deixar passar a oportunidade de formar, por mim mesmo, uma opinião sobre sua igreja. Eu sabia que ele não estaria lá neste domingo. Ele estaria pregando em Chicago. Já conheço bastante o Driscoll através dos podcasts de seus sermões e faltava apenas conhecer seu ministério. Anoto aqui algumas observações sobre o que vi e ouvi. A primeira delas é quanto à igreja em si. Trata-se de uma edificação térrea, sem andares, que não parece de forma nenhuma com uma igreja. A gente só sabe que é lá porque tem uma placa dizendo “Mars Hill Church” e os horários dos cultos (foto). Uma vez dentro, o local de culto também não parece com nada que eu já havia conhecido. Trata-se de um ambiente enorme, para cerca de 2 mil pessoas, com uma iluminação fraca advinda de enormes abajures pendurados no teto sem forro, sem qualquer entrada para a luz do sol. Cinco telas enormes espalhadas pelo salão ficam transmitindo o culto, passando vídeos e divulgando as programações. O palco tem um púlpito simples ao lado de outra tela onde se projeta os textos bíblicos sendo usados. O pano de fundo são obras artísticas representando temas bíblicos, como a crucificação ou a ressurreição. Há muita tecnologia visível. Três câmeras gravam e transmitem tudo ao vivo para outras localidades. As telas exibem informações de que os membros podem acompanhar a vida da igreja pelo Twitter ou Facebook. Até mesmo a inscrição nos grupos de comunhão pode ser feita através de mensagens de texto pelo celular! Um jogo de luzes acompanha as músicas. O efeito geral é muito bonito, embora eu pessoalmente não goste muito de efeitos produzidos desta forma durante o culto. Havia Bíblias disponíveis em toda parte. A versão usada é a ESV, preferida hoje pelos reformados em lugar da NVI e da King James. As cópias disponíveis eram personalizadas para uso da Mars Hill. O ambiente no geral era totalmente informal. As pessoas pareciam estar totalmente à vontade, embora houvesse um respeito evidente a julgar pelo silêncio absoluto que acompanhava cada leitura da Bíblia, oração e mesmo a pregação. Não havia gente se levantando e andando pelo salão durante o culto. Mesmo as crianças ficavam perto de seus pais. É um ambiente acolhedor, confortável, informal, ao mesmo tempo que também é reverente e respeitoso. Quanto às pessoas que estavam no culto, eu esperava encontrar cabeludos tatuados com brincos no nariz e na orelha desmontando de enormes Harleys barulhentas. Negativo. Entre as pessoas que vi, apenas uma ou duas tatuadas e uma somente com brinco na orelha – uma proporção absolutamente normal mesmo para padrões brasileiros. A maioria era de jovens adultos vestidos de maneira absolutamente normal. Muitas crianças e adolescentes e uns poucos velhos. Eu diria, julgando pelos carros estacionados, que não são pessoas da classe alta, mas americanos de classe média baixa. Se me recordo corretamente, a seqüência do culto foi esta: abertura com leitura de Hebreus 12 e uma breve oração, dois cânticos (já já falo sobre isto), um testemunho, avisos das atividades da igreja, mais um cântico, pregação (cerca de 45 minutos), oração, celebração da Ceia, testemunhos, recolhimento de ofertas, mais dois cânticos e pronto. Durou tudo cerca de 2 horas. Embora eu pessoalmente prefira um culto mais litúrgico, não me senti um peixe fora d’água. Não gostei da mistura de avisos com o culto, mas tirando isto, de fato o centro do culto foi Cristo e sua obra. Alguns comentários sobre as diferentes partes do culto. Primeiro, as músicas. O louvor estava a cargo de uma banda que tocou todas as músicas no estilo rock, com a bateria pegando pesado e solos de guitarra. Apesar disto, não houve gente dançando e nem requebrando, apesar das palmas. O Davi me chamou a atenção depois para ao fato de que várias das músicas eram hinos tradicionais tocados neste estilo – eu na verdade só havia reconhecido um! Não me admira, então, que gostei de todas as letras! Eu pessoalmente prefiro outro estilo musical para a adoração e exultação, mas entendo que este estilo musical alcança bem as pessoas aqui no contexto de Seattle, da geração que Mars Hill tem como alvo. A banda era muito boa, tocou em nível profissional, ao contrário das improvisações e do amadorismo que encontramos em muitas de nossas igrejas. Uma coisa que apreciei foi que o dirigente do louvor não ficava dando bronca na igreja entre as músicas nem tentando fazer a ponte entre uma música e outra citando passagens da Bíblia. Ele entendia perfeitamente que a missão dele era conduzir o louvor e se ateve exatamente a isto. Outra coisa positiva foi que não tentavam ficar fazendo fundo musical durante as orações ou palavras de exortação do pastor. Segundo, a pregação. Como eu disse, não foi Mark Driscoll quem pregou, mas um pastor da equipe daquela igreja. O que me chamou a atenção, antes de qualquer coisa, foi que ele e um outro pastor que dirigiu a liturgia se vestiam exatamente como Driscoll: calça jeans, camisa por fora das calças e tênis! Até na maneira de falar e gesticular havia a sombra do Driscoll. Quero crer que Mark teve um impacto muito forte na sua equipe e que esta semelhança não é intencional ou proposital. Bom, o sermão foi em Lucas 17, a cura dos dez leprosos. Foi uma excelente exposição bíblica. As idéias teológicas eram claramente reformadas, como a doutrina da depravação total, a soberana graça de Deus e a salvação pela fé somente, na obra completa e eficaz de Cristo. A linguagem era fácil, respeitosa, limpa, havia muitas ilustrações e o tom era bem evangelístico. Não houve apelo para as pessoas levantarem a mão aceitando Jesus e nem para virem à frente, mas houve um forte apelo para que aqueles que foram tocados pela mensagem procurassem os pastores ao final. Durante o sermão as pessoas ficaram absolutamente silenciosas, escutando atentamente a pregação. Era evidente que o sermão era o centro do culto e foi a parte que mais demorou. As músicas escolhidas giravam em torno do tema da mensagem, que foi a graça de Deus em tocar pecadores perdidos, como Jesus tocou aqueles leprosos. Terceiro, os testemunhos. Ao final da mensagem, depois da Ceia, um dos pastores desceu e foi conversar com algumas pessoas, e escolheu três para darem testemunho de como Cristo havia tocado suas vidas, à semelhança dos leprosos. Foram testemunhos sóbrios, curtos e bem focados. Um em especial emocionou a todos, de um pai cuja filha havia morrido na semana anterior. A confiança deste pai em Jesus Cristo e na ressurreição causou uma profunda impressão em muitos. Quarto, a celebração da Ceia. Este foi talvez o ponto que achei mais fraco. Devido à grande quantidade de pessoas, há vários pontos no salão onde ficam disponíveis uma taça de vinho e outro de suco de uva, ao lado de uma cesta de pão sem fermento. As pessoas que querem participar chegam, molham um pedaço de pão no vinho ou no suco de uva, e retornam para seus lugares. Uns comem na hora, outros esperam mais para o final, ficou meio desorganizado e se perdeu o senso de comunhão. Também faltou uma explicação mais clara sobre o que era a Ceia e o que os elementos representam. Todavia, é preciso ressalvar que eles não encorajam a que todos participem. Foi dito claramente que se alguém tem consciência de pecados cometidos e não resolvidos, que não deveria participar. A brochura distribuída no balcão de visitantes, à entrada do salão de cultos, informa que eles têm celebração da Ceia em todo culto – algo a que João Calvino teria dado um retumbante “amém”! A impressão geral é que o culto é voltado para pessoas quebradas, estragadas pelo pecado, necessitando de arrependimento, perdão e encorajamento. É tudo muito focado na graça. É o tipo de igreja em que pessoas arrebentadas por seus próprios erros e pelos erros de outros se sentirão acolhidas, perdoadas e respeitadas. Estou falando de usuários de drogas, prostitutas, gente que foi abusada sexualmente, mulheres espancadas – enfim, o catálogo é enorme. Em Mars Hill esse pessoal é recebido e a ministração é voltada especialmente para eles. A mensagem do Evangelho e o chamado ao arrependimento e reconciliação com Deus são proclamados muito claramente. Ao final, penso que o modelo de Mars Hill provavelmente não funcionaria no Brasil, a não ser em alguns ambientes específicos. Mas, penso que o princípio por detrás de Mars Hill merece nossa consideração. Ou seja, que nós, reformados no Brasil, precisamos encontrar uma maneira de ser reformados que seja mais eficaz e relevante para nossa própria cultura, sem comprometer princípios bíblicos. Precisamos refletir seriamente sobre o quanto na tradição reformada é inegociável por ser bíblico, e o quanto pode ser alterado e mudado por representar apenas a maneira reformada de ser de nosso pais e avós séculos passados.


Fonte:http://tempora-mores.blogspot.com/2011/04/um-culto-em-mars-hill-church.html

FILHOS OBEDIENTES – PAIS HONRADOS

Um grande navio está partindo do porto. Adiante deste navio vai um navio pequenino abrindo caminho. Tendo navegado nesse porto muitas vezes, o capitão do navio menor conhece cada perigo do porto e assim é capaz de ajudar o capitão do navio maior a evitar sério contratempo. De modo muito semelhante, os pais estão preparando os filhos para levarem vidas independentes num mundo perigoso. A Bíblia observa que "o ornato dos jovens é a sua força, e a beleza dos velhos, as suas cãs (c.f. Provérbios 20.29). Cabelos grisalhos, por serem de costume associados com idade avançada, representam freqüentemente sabedoria e experiência. Os pais já aprenderam sobre alguns dos perigos da vida e experimentaram outros, e estão assim capacitados a ajudar seus filhos a evitar muitos erros sérios [...] se os filhos aceitarem ser guiados por seus pais!

O apóstolo Paulo afirmou que os filhos têm responsabilidade em obedecer a seus pais. Ele escreveu aos efésios, "Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo" (Efésios 6.1). É interessante que Paulo não escreveu, "Pais, façam com que vossos filhos vos obedeçam." Naturalmente os pais são responsáveis por ensinar e corrigir seus filhos, mas Paulo dirigiu-se aos filhos e colocou sobre eles a responsabilidade por obedecer a seus pais.

A palavra escrita como pais (no grego pateres – seria o pai no plural, sobre os homens é que recai a responsabilidade de educar o seu filho), pois se fosse pais trazendo a responsabilidade sobre o pai e a mãe seria – a expressão em grego seria gonies – significa pais no plural (pai e mãe). A grande verdade é que a palavra fora aportuguesada e perdeu o sentido original do texto.

Sobre o homem da casa recai total responsabilidade do lar, edificação espiritual, liderança, provisão e agora a educação dos filhos, pelo simples sequência lógica que, Deus é o cabeça de Cristo, e Cristo o cabeça do homem, o homem é o cabeça da mulher, que, por conseguinte, a autoridade sobre a vida dos filhos, já esposa tem autoridade sobre a vida dos filhos debaixo da autoridade do marido. Bom,os dois têm a autoridade sobre a vida dos filhos, a esposa uma autoridade submissa, e o marido uma responsabilidade maior.

Como os pais provocam a ira a seus filhos? Quando deixam de exercer sua autoridade, e quando excedem na aplicação da mesma. Hoje em dia pais crentes praticam abusos, no aplicar a disciplina física a seus filhos, e acham que estão debaixo das Sagradas Escrituras, só se as Escrituras estiverem condenando-os. Os pais devem servir de Deus a seus filhos, e eles os amarão e os respeitarão.

O amor ao filho implica em disciplina, mas jamais uma disciplina não bíblica. O pai crente tem que disciplinar seus filhos, assim como Deus nos disciplina. O Padrão de autoridade deve ser a autoridade que Deus tem sobre nós. Pai e Mãe você tem que buscar o padrão de Deus para o lar de vocês e jamais dar ouvidos aos visinhos não crente, e nunca permitir que o seu visinho produza educação na vida de seus filhos.

O ambiente onde criamos e como criamos os nossos filhos, influenciará em muito como serão nossos filhos num futuro próximo.

Quando você usa a sua autoridade de modo indevido, ou também quando você exerce a disciplina física de modo exagerado, a bíblia diz que não devemos “exagerar” na disciplina física, outra coisa que provoca a ira nos filhos são os pais viverem de modo muito incoerente – “faça o que eu mando e não o que eu faço”, quem tem autoridade é exemplo ao subalterno. As críticas injustas e pesadas também provocam excessivamente a ira nos filhos, e nisso eles se irritam, e os pais extremamente ignorantes entram com a disciplina físca, e mais uma vez os provocam a ira.

Em grande síntese você pai é responsável pela criação de seus filhos, a esposa tem também debaixo da autoridade do marido esta responsabilidade, o pai precisa treinar seus filhos na Palavra de Deus, e servir-lhe de Deus, para que te respeitem e venham a amar a Deus.

Que Deus tenha misericórdia de nós pais, e nos ajude a educar nossos filhos de forma bíblica. Rev. Anderson Moraes