Seja Bem Vindo

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terça-feira, 31 de maio de 2011

Somente teólogos liberais são moralmente liberais?

Quem pensar que somente os teólogos que usando o método histórico-crítico, ou outro método teológico de tradição liberal, apoiarão o homossexualismo, ou usarão a Bíblia para legitimizar a união estável entre pessoas do mesmo sexo, está enganado. Sabemos que há quem negue o método hermenêutico crítico-histórico, e até sustente uma perspectiva conservadora e inerrante da Escritura Sagrada e, ao mesmo tempo adote incoerentemente uma interpretação de legitimização do homossexualismo, ou seja, que a relação ou união estável entre pessoas do mesmo sexo não é algo proibido na Escritura Sagrada.

Pode-se mencionar, por exemplo, o Dr. Marten Woudstra, falecido ministro da Christian Reformed Church, ex-professor de Antigo Testamento no Calvin Seminary e presidente da comissão de tradução da NIV - que é acusado de ter diluído a tradução onde os textos mencionam homossexualidade [acesse aqui]. Em outro site trás um artigo com o título: Homosexuals On the NIV Translating Committee que reforça a mesma acusação. É sabido da associação do Dr. Woudstra com os Evangelicals Concerned [grupo teologicamente conservador, porém gay nos EUA].

William L. Graig em seu livro "Apologética para questões difíceis da vida" (Edições Vida Nova) no capítulo onde discute sobre HOMOSSEXUALIDADE ele introduz o assunto mencionando uma situação em que um erudito em NT ao ser convidado para palestrar para os Evangelicals Concerned teve o seguinte diálogo: "As pessoas estavam realmente preocupadas a respeito do que você ia falar", disse o anfritrião após o encontro. "Por quê?" - ele perguntou surpreso - "Vocês sabem que não sou homofóbico!". Mas o anfitrião lhe tranquilizou: "Imagina! As pessoas não estavam preocupadas com isso!" E acrescentou: "Na verdade, elas estavam com medo de que você fosse defender o método histórico-crítico". [pág. 142). No site oficial dos Evangelicals Concerned cita-se vários teólogos e links de artigos e debates que tentam legitimizar favoravelmente a homossexualidade e a Bíblia.

Por isso, penso que o método crítico e o liberalismo teológico em suas diferentes e elásticas formas tendem a favorecer o homossexualismo, mas não negaria que teólogos conservadores, que endossem a doutrina da inerrância não cheguem por outras vias na mesma conclusão permissiva. Assim, não vejo de modo simplista e dualista a situação: teólogos liberais sempre serão favoráveis ao homossexualismo, enquanto que os conservadores serão contra!

Obviamente que todo teólogo ao interpretar o texto analisando a intencionalidade do autor, verificando a sintaxe, e examinando-o em seu contexto histórico poderá verificar que em nenhum lugar as Escrituras dão apoio ao homossexualismo. O intérprete pode até não concordar com o que a Bíblia diz, mas ele terá que reconhecer que ela não legitimiza a união estável entre pessoas do mesmo sexo!

Transcrito por mim

Por Quê Igrejas Presbiterianas pelo Mundo estão Aceitando Pastores Homossexuais?


Por Quê Igrejas Presbiterianas pelo Mundo estão Aceitando Pastores Homossexuais?Duas denominações presbiterianas acabam de decidir no plenário de suas Assembléias Gerais que homossexuais praticantes podem ser pastores nas igrejas delas.

A primeira foi a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos da América (PCUSA). Veja a notícia aqui:

Igreja Presbiteriana dos EUA permite ministros homossexuais

E ontem, foi a vez da Igreja Presbiteriana da Escócia. Veja a notícia aqui:

Church of Scotland votes on gay ministers


Estas resoluções foram tomadas depois de muitos anos de conflitos internos e discussões teológicas. E em ambas as igrejas, o voto passou com uma maioria apertada. Os pastores, presbíteros, diáconos e membros destas denominações que discordam da decisão, e que por muito tempo lutaram para que ela não fosse aprovada, enfrentam agora o dilema de saber qual é a coisa correta a fazer. Com certeza, muitos sairão para outras denominações ou para formar novas igrejas; outros, ainda, permanecerão na esperança de que um dia as coisas mudem.
A pergunta que não quer calar é como igrejas de origem reformada, que um dia aceitaram as confissões de fé históricas e adotaram os lemas da Reforma, especialmente o Sola Scriptura, chegaram a este ponto? Em minha opinião, o que está acontecendo hoje é o resultado lógico e final da conjunção de três fatores: a teologia liberal que foi aceita por estas igrejas, a conseqüente rejeição da autoridade infalível da Bíblia e a adoção dos rumos da sociedade moderna como norma.

O processo pelo qual estas denominações passaram, uma na Europa e outra nos Estados Unidos, é similar. As etapas vencidas são as mesmas. Primeiro, em algum momento de sua história, em meados dos séculos XIX, o método crítico de interpretação da Bíblia passou a ser o método dominante nos seminários e universidades teológicas destas denominações. Boa parte dos pastores formados nestas instituições saíram delas convencidos que a Bíblia contém erros de toda sorte e que reflete, em tudo, o vezo cultural de sua época. Para eles, os relatos bíblicos dos milagres são um reflexo da fé dos judeus e dos primeiros cristãos expresso em linguagem mitológica e lendária (veja aqui um post sobre liberalismo teológico).

Segundo, uma vez que a Bíblia não poderia ser mais considerada como o referencial absoluto em matérias de fé e prática, devido ao seu condicionamento às culturas orientais antigas e patriarcais, estas denominações aos poucos foram adotando as mudanças culturais e a direção da sociedade moderna como referência para suas práticas.

Terceiro, com a erosão da autoridade bíblica e o estabelecimento da cultura moderna como referencial, não tardou para que estas igrejas rejeitassem o ensinamento bíblico de que somente homens cristãos qualificados deveriam exercer a liderança nas igrejas e passaram a ordenar mulheres como pastoras e presbíteras. As passagens bíblicas que impõem restrições ao exercício da autoridade por parte da mulher nas igrejas foram consideradas como sendo a visão patriarcal dos autores bíblicos, e que não cabia mais na sociedade moderna (veja aqui uma matéria deste blog sobre ordenação feminina).

O passo seguinte foi usar o mesmo argumento quanto ao homossexualismo: as passagens bíblicas que tratam as relações homossexuais como desvio do padrão de Deus e, portanto, pecado, foram igualmente rejeitadas como sendo fruto do pensamento retrógrado, machista e preconceituoso dos autores da Bíblia, seguindo a tendência das culturas em que viviam. A igreja cristã moderna, de acordo com este pensamento, vive num novo tempo, onde o homossexualismo é comum e aceito pelas sociedades, inclusive com a aprovação do Estado para a união homossexual e benefícios decorrentes dela.

E o resultado não poderia ser outro. O único obstáculo para que uma igreja que se diz cristã aceite o homossexualismo como uma prática normal é o conceito de que a Bíblia é a Palavra de Deus, inerrante e infalível única regra de fé e prática para o povo de Deus. Uma vez que esta barreira foi derrubada - e a marreta usada para isto sempre é o método crítico e o liberalismo teológico - não há realmente mais limites que sejam defensáveis. Pois mesmo os argumentos não teológicos, como a não procriação em uniões homossexuais e a anormalidade anatômica e fisiológica da sodomia, acabam se mostrando ineficazes diante do relativismo da cultura moderna. E as igrejas que abandonaram a autoridade infalível da Palavra de Deus acabam capitulando aos argumentos culturais.

Nem todos os que adotam o método crítico são favoráveis ao homossexualismo. E nem todos liberais são a favor da homossexualidade. Mas espero que as decisões destas duas igrejas, que têm em comum a adoção deste método e a aceitação do liberalismo teológico, sirvam como reflexão para os que se sentem encantados com o apelo ao academicismo e intelectualismo da hermenêutica e da teologia liberais.

Veja o artigo relacionado:

Gays e Lésbicas praticantes agora podem ser ministros do Evangelho na Igrejas Luterana Americana
Fonte: Rev. Augustus Nicodemos Lopes - Chanceler da UPM

terça-feira, 10 de maio de 2011

Estado Laico, pressupostos e homossexualismo

Estado Laico, pressupostos e homossexualismo


Nas Palavras do Rev. Ageu Diretor do JMC

No último dia 05 de maio, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu, por unanimidade, a união de casais homossexuais como entidade familiar.


Vi muitos meios de comunicação comemorando o fato por ser ele uma "vitória do Estado Laico". Há tempos que percebo um equívoco neste argumento. Vou tentar expressá-lo abaixo:

1º Estado Laico não é Estado Ateu

O Artigo 19 da Constituição de nosso país diz que...

"Art. 19. É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:
I - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público;"

É estabelecida aqui a separação entre Estado e Igreja. O Estado não deve estabelecer, subvencionar, depender ou pactuar com cultos religiosos ou igrejas. Todavia, o Estado não deve embaraçar o funcionamento de qualquer culto ou se omitir em colaborar com eles, quando houver interesse público.

No artigo 5º da Constituição vemos que o Estado não é ateu de modo mais evidente:

"Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
(...)
VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;
VII - é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;"
(...)

Note-se que em um Estado Laico, se por um lado não há vinculação com uma religião, por outro, há liberdade para expressão de todas as crenças religiosas. Chegamos no nosso ponto: Qualquer tentativa de calar as manifestações religiosas sobre assuntos de interesse público configura-se desvirtuamento dos princípios da laicidade e aproximação dos princípios de um Estado ateu, onde a liberdade de crença é tolhida e a religião perseguida. Veja o que diz o jurista Ives Gandra sobre este assunto:

"Quando se sustenta que o Estado deve ser surdo à religiosidade de seus cidadãos, na verdade se reveste esse mesmo Estado de características pagãs e ateístas que não são e nunca foram albergadas pelas Constituições brasileiras. A democracia nasce e se desenvolve a partir da pluralidade de idéias e opiniões, e não da ausência delas. É direito e garantia fundamental a livre expressão do pensamento, inclusive para a adequada formação das políticas públicas. Pretender calar os vários segmentos religiosos do país não apenas é antidemocrático e inconstitucional mas traduz comportamento revestido de profunda intolerância e prejudica gravemente a saudável convivência harmônica do todo social brasileiro."

2º Leis também carregam pressupostos

Leis não são neutras. Elas trazem consigo pressupostos filosóficos, religiosos e interesses (puros ou não) de seus legisladores. Desta forma, países cristãos têm conjuntos de leis que refletem seus valores cristãos, tais como o valor da vida, proteção à família, liberdade de expressão, direito à propriedade, etc. Países muçulmanos também têm leis que espelham seus valores, bem como, países pós-cristãos terão leis revelando seus valores secularistas, materialistas, etc. O ponto é: não existem leis sem pressupostos.

A Bíblia mostra que leis podem ser injustas: "Ai dos que decretam leis injustas, dos que escrevem leis de opressão..." (Is 10.1) Os amigos de Daniel tiveram que desobedecer à lei de Nabucodonosor obrigando os súditos a adoração de uma imagem (Dn 3). A mesma atitude teve Daniel com relação à lei estabelecida por Dario proibindo o povo de fazer pedido a qualquer deus ou homem que não ao próprio rei Dario (Dn 6).

No Novo Testamento, Pedro e os apóstolos desobedeceram a proibição de pregarem o Evangelho, dada pelo Sinédrio, e declararam em alto e bom som àquelas autoridades: "Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens." (At 5.29)

Deste modo, é ingenuidade cristãos acreditarem que o Estado deve criar leis regulando comportamentos pecaminosos e que a Igreja deve ficar quieta nestas questões. Se nossas leis ainda refletem os valores de um país de maioria cristã, o ataque a estes valores deve ser combatido.

O argumento de que as relações homossexuais já são uma realidade no país e que, por isso, o Estado deve regular estas relações, traz em si graves implicações. Seguindo a lógica, o mesmo argumento pode dizer que, sendo o uso de crack uma realidade no país, o Estado deve regular este comportamento criando leis que assegurem a prática. Qualquer outra prática que atente contra valores caros ao Cristianismo, como vida, infância e família, receberá guarida neste esquema.

Cabe, portanto, aos cristãos, a responsabilidade de denunciar os pecados da nação, assim como os profetas fizeram no passado, não se calarem face às ameaças de um mundo cada vez mais inclinado ao pecado e, se Deus permitir, aguentar com firmeza as perseguições que possam vir, sabendo que somos bem-aventurados quando perseguidos por causa do Evangelho (Mt 5.10-12).

Uma palavra final: "Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica; e que em nada estais intimidados pelos adversários. Pois o que é para eles prova evidente de perdição é, para vós outros, de salvação, e isto da parte de Deus. Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de crerdes nele, pois tendes o mesmo combate que vistes em mim e, ainda agora, ouvis que é o meu." (Fp 1.27-30).


sexta-feira, 6 de maio de 2011

RAPOSA E SERRA DO SOL: UM CRIME CONTRA A SOBERANIA NACIONAL

Gen.Augusto Heleno Ribeiro Pereira tem e continua com razão
"RAPOSA E SERRA DO SOL: UM CRIME CONTRA A SOBERANIA NACIONAL"
TIRSS – Um CRIME contra a Soberania Nacional

"Oh! Quão bom e suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Aarão, e que desce à orla dos seus vestidos. É como o orvalho de Hermon que desce sobre Sião; porque ali o senhor ordenou a benção e a vida para sempre."
(Salmo 133)

Mais uma vez transmito a opinião de meu caro amigo e ir maçom Monteiro a respeito da Terra Indígena Raposa e Serra do Sol (TIRSS). Fiz 300 palestras durante dez anos alertando sobre a trama do “Novo Pirara”. Nenhuma autoridade se importou. Os campos naturais, a região do lavrado, totalmente desconhecida para a maioria deles, perdida na distante e desconhecida Roraima nada representava para eles muito menos votos. Estavam mais preocupados em posar de defensores do Movimento Ambientalista Indigenista Internacional do que defender os interesses de todos cidadãos brasileiros e da maioria dos indígenas de Roraima, representados pela SODIUR, que defendiam a demarcação insular.

- Resgatando a Verdade
General-de-Brigada da Reserva Eliéser Girão Monteiro Filho
Boa Vista, RR, 01 de maio de 2011.
Prezados amigos (as)
Nem sempre a verdade surge de forma natural e espontânea. Às vezes precisamos ajudar as pessoas a se recordarem dos fatos para que essa verdade possa ser usada pelas pessoas em suas interpretações dos fatos.
Quanto ao problema da TIRSS eu preciso clarear alguns passos, para que a verdade possa ser estabelecida, com vossas ajudas, é claro.
Os primeiros gritos contra o absurdo da demarcação foram dados pela Loja Maçônica Obreiros da Arte Real de Alto Alegre, que havia sido criada em 25 de março de 1993, na cidade de Alto Alegre, Estado de Roraima. Naquele mesmo ano, em maio, essa pequena loja maçônica editou a Carta de Alto Alegre, divulgando a Diretriz Genebra Nº 04 e falando sobre o que estava sendo plantado em Roraima, um verdadeiro separatismo, envolvendo índios entre si, e índios e não-índios.
Naquela oportunidade, como um dos pioneiros da loja recém-criada, eu fui um dos escribas para a redação da Carta, pois servia no Comando da 1ª Brigada de Infantaria de Selva, que havia sido implantada em 1992 em Boa Vista/RR, e havia iniciado na maçonaria no ano de 1991.
Após ser transferido depois de dois anos convivendo com os problemas do Estado, fui para Brasília, como Assessor no Comando de Operações Terrestres. Naquele local prestei várias informações sobre o que conhecia do problema. Logo depois, fui movimentado para a Casa Militar da Presidência da República, onde prossegui assessorando meus Chefes imediatos e o próprio Presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o tema que estava se tornando explosivo. Naquela oportunidade lembro-me de ter expressado ao Presidente FHC de que a pior decisão era “não decidir”. Infelizmente foi o que acabou acontecendo.
Depois de alguns anos, em 2001, quando eu era o Comandante do Comando de Fronteira de Roraima/7ºBIS, dei a ideia em conjunto com o recém-criado Grão Mestrado do Grande Oriente do Brasil em Roraima para a organização de um Seminário sobre Soberania e Defesa da Amazônia, tentando mais um esforço de esclarecimento sobre o tema.
Houve o apoio geral do GOB, Grandes Lojas e do Exército Brasileiro. Estiveram presentes mais de 40 grãos-mestres gerais do GOB e das Grandes Lojas, e foram organizadas discussões em plenário e visitas às realidades de comunidades indígenas nas diferentes áreas indígenas de RR.
Mais tarde, a Maçonaria abraçou a luta e determinou que fossem feitas palestras de esclarecimento em todas as Lojas no Brasil. Eu mesmo, como oficial do EB na ativa e como maçon, fiz palestras em vários Orientes.
Quando da posse do Presidente Lula foi-lhe apresentado o problema da TIRSS; depois de dois anos, em 2005, ele deu a decisão que deveriam ser retirados da área todos os ditos invasores.
Depois, em abril de 2007, voltei a RR como Cmt da 1ª Bda Inf Selva, e ao me deparar com o problema da TIRSS e uma possível missão a ser atribuída ao meu comando de fazer parte da operação de retirada dos fazendeiros, informei aos meus dois comandantes do CMA, o Gen Cerqueira, nos dois primeiros meses, e depois o Gen Heleno, que não aceitaria comandar a Brigada nesse tipo de missão e que preferia passar o comando se tal ordem fosse recebida.
Do Gen Heleno, recebi a afirmação de que ele também não aceitaria ser o Cmt do CMA nesse tipo de missão.
Em agosto de 2007, em conversa com o Presidente da Assembléia Legislativa de RR, fiz uma sugestão ao mesmo, o Dep. Mecias de Jesus, que solicitasse dos integrantes da bancada federal de RR que se posicionassem sobre a crise que estava para ser instalada no Estado com a retirada dos fazendeiros da TIRSS. Fui designado pelo Cmt do CMA para fazer uma palestra no plenário da ALE/RR, momento que mais uma vez externei minha opinião sobre o tema.
Tive ainda uma excelente oportunidade de tirar dúvidas sobre os procedimentos decisórios, quando da visita de uma comitiva do Ministério da Defesa, com a presença do próprio Ministro Nelson Jobim, ao lhe indagar sobre seu posicionamento anterior de que a reserva deveria ser demarcada em Ilhas e não de forma integral. O Ministro Jobim disse em claro português: “General, essa é uma decisão do Presidente Lula e temos que aceitar.”
Apresentei meus contra argumentos e até mesmo, numa reunião de Comando para os Generais do CMA, sugeri que o Presidente Lula fosse convidado para vir à Amazônia ouvir os generais comandantes de brigadas sobre suas preocupações quanto ao tema. Fiz essa sugestão, por achar que deveríamos ter recebido um mínimo de atenção do Presidente da República, pois afinal de contas ele havia recebido várias lideranças indígenas e favoráveis ao separatismo, e não deveria como Comandante em Chefe que se intitulava, deixar de ouvir aqueles oficiais generais que havia referendado na promoção.
Depois desses momentos, fui protagonista de uma crise, em 09 de maio de 2008, ao receber, democraticamente, e sob condições peculiares da caserna, no Quartel do Cmdo da 1ª Bda Inf Selva que eu comandava, um grupo de manifestantes que havia preparado um Abaixo Assinado endereçado ao Comandante do Exército. Naquela oportunidade, um jornalista do jornal O Globo lançou uma matéria a nível nacional, afirmando que eu havia organizado um Ato Político dentro do Quartel. Fui obrigado e escrever minhas razões de defesa e as enviar ao Chefe de Gabinete do Cmt do EB, que logo depois me avisou que haviam sido aceitas, mas que eu não poderia mais falar nada no meu comando. Não aceitei essa ordem e acabei sendo exonerado do Comando na primeira oportunidade, quando da Reunião do Alto Comando do Exército para as promoções de julho de 2008.
Passei o Comando no final de agosto do mesmo ano e fui movimentado para Brasília. Depois de refletir bem, decidi pedir passagem para a reserva em janeiro de 2009, tendo marcado minha saída para o dia 31 de março de 2009, por razões claras de desacordo com a direção do EB, do MD e do País quanto ao tema da TIRSS.
Foram informados dessa minha decisão meus amigos e antigos Comandantes. Alguns tentaram me demover da mesma, mas o desgosto já havia tomado conta do meu espírito e achei, com o apoio da minha família, que o melhor a fazer era desocupar uma das vagas de general da ativa.
A decisão não foi fácil, pois sempre fui um idealista, não carreirista, tendo acreditado que depois de entrar no Quadro de Acesso a General, havia recebido uma graça de Deus.
Depois da decisão de passar para a reserva, fui convidado pelo Governador de Roraima, Anchieta Junior, a assumir o cargo de Secretário de Segurança Pública do Estado, convite que aceitei com a proposta de mudar um projeto de vida, deixando mais de 36 anos de serviço ativo em troca de um projeto político.
Se o Brasil é um país onde as decisões são dadas sem muito pensar, decidi sair do lado dos que somente recebem ordens, às vezes absurdas, para serem cumpridas sob condições de restrições máximas, para fazer parte dos que geram as ordens, com o objetivo de que as mesas sejam melhor refletidas.
Hoje, depois de dois anos na função, lhes asseguro que minha consciência nunca esteve tão tranqüila, e que ainda estará por vir o momento da exposição maior às urnas.
Espero com essas poucas palavras, mesmo que atrasadas, ter ajudado aos amigos e amigas a formarem mais um pouco de seus pensamentos sobre a verdade.
Afinal de contas, esse deve ser o maior compromisso de cada um de nós.
Pensemos nós brasileiros sobre as nossas fronteiras, é presente termos um continente como pais ...fortifiquemos nossas fronteiras, hoje só podemos fazer isso pelo voto e pressão aos parlamentares ....

A TROPA DE ELITE QUE MATOU OSAMA BIN LADEN

A TROPA DE ELITE QUE MATOU OSAMA BIN LADEN

AÇÃO CONTRA BIN LADEN FOI CONDUZIDA PELA SEAL
A tropa de elite responsável pela localização e execução de Osama bin Laden é uma das mais bem preparadas em todo o mundo. Ligada à Marinha dos Estados Unidos da América, a SEAL é composta dos mais capacitados militares das três forças do exército yankee.
Militares da SEAL, a Tropa de Elite americana que executou Osama bin Laden.

Formada por voluntários, recebe anualmente dezenas de pedidos de adesão por parte dos melhores militares em ação. Mesmo vindo de uma altíssima preparação, apenas 40% dos candidatos são aprovados.
Embora pertença oficialmente à Marinha, seu raio de ação vai além, como pode ser visto no caso da execução de bin Laden, pois o ataque aconteceu numa região longínqua, sem mar. O fato se justifica, pois o grupo está apto a atuar em qualquer terreno, aliás o nome SEAL é na verdade um acrônimo das primeiras letras das palavras inglesas para Mar (Sea), Ar (Air) e Terra (Land).
Os integrantes da SEAL são homens treinados para ações secretas de caráter excepcional, levando em consideração as dificuldades e perigos. Estão sempre preparados para agir a qualquer hora e sob quaisquer circunstâncias.
A SEAL foi criada nos anos 60, durante o Governo do Presidente John Kennedy e já teve ações decisivas em Cuba, no Vietnã, Granada, Somália, Afeganistão, Iraque, Irã e agora no Paquistão.
O maior fracasso deste grupo se deu quando tentaram libertar os prisioneiros seqüestrados na Embaixada dos Estados Unidos em Teerã, nos anos 70. Já uma das ações mais bem sucedidas foi a prisão dos seqüestradores do navio Achille Lauro, na década de 80.
No dia 7 de outubro de 1985, quatro terroristas da Frente de Libertação da Palestina seqüestraram o navio italiano Achille Lauro na rota de Alexandria para Port Said. Para liberar os passageiros, os terroristas exigiam a libertação de 50 palestinos presos por atividades terroristas.
Como não tiveram suas exigências atendidas, os seqüestradores perpetraram uma execução-espetáculo, atirando na testa de um judeu que estava a bordo. Leon Klinghoffer tinha 63 anos, era deficiente físico e se locomovia em cadeira de rodas. Os terroristas forçaram o barbeiro do navio e um garçom a levar o corpo de Leon para diante das câmeras e o atiraram nas águas. O “espetáculo” foi captado pelas lentes e câmeras de centenas de jornalistas que cobriam o seqüestro.
Graças à intervenção dos membros da SEAL, e sob a autorização do Presidente Ronald Reagan, as forças especiais italianas conseguiram prender os seqüestradores.
A intervenção da SEAL no caso Achille Lauro mostra o caráter discreto deste grupo de elite, uma vez que até hoje pouco se falou no papel que eles desempenharam no episódio. Não se sabe até onde eles foram, mas sabe-se com certeza de que eles estiveram lá.
Recentemente a SEAL também protagonizou outra difícil ação quando resgatou das mãos de piratas somalis o capitão estadunidense Richard Phillips.



Na insígnia da SEAL se pode ver uma águia, uma âncora e um tridente, símbolos que refletem as áreas onde este grupo está preparado para agir. Ou seja: Em qualquer lugar (inclusive no inferno, porque deram uma surra no diabo e pegaram o seu tridente)
A execução de Osama bin Laden não é apenas a ação mais importante da história da SEAL como também a prova de que o simbolismo da sua insígnia é para valer! A Al Qaeda que o diga.

Deus seja Louvado!!!

Morte do Terrorista Osama Bin Laden, Graças a Deus

Estas palavras postas abaixo, emprestei de um colega de ministério Rev. Mauro Meister, sobre a morte do terrorista acima citado
  1. A ação americana foi justa e digna no ambiente da guerra contra o terror e, certamente, serviu como ministro de Deus nesta situação. Já li postagens e tweets 'revoltados' afirmando que os 'sanguinários americanos' matam crianças e mulheres inocentes em suas guerras e que são como Bin Laden. Paciência. Que existe guerra injusta, não há de se duvidar, mas esse não é o caso aqui. As ações terroristas são covardes e são dignas da reação pela espada. Não foi o bem contra o mal. Foi o estado como ministro de Deus contra o mal. Não está em julgamento aqui a probidade moral do estado americano, mas sua função.
  2. "Justiça foi feita." No horizonte humano de justiça executada pelo estado, usando o princípio da Lei de Talião, "olho por olho, dente por dente e vida por vida", sim. Veja que o princípio de justiça deste mandamento, conforme Êx 21:23-25, é que deve existir proporcionalidade entre o crime e a pena, exatamente para que o 'vingador de sangue' (o representante tribal no ‘modelo de governo’ da época) não ultrapassasse os limites da justiça. No caso, um mandante de milhares de mortes perdeu a vida. A proporcionalidade, neste caso, parece estar além da capacidade humana. Mas observe que quem exige o uso da espada é Deus, não o desejo de vingança do homem. Assim, justiça bíblica foi feita. Por favor, antes de muitas perguntas e respeito deste princípio, leia o artigo "Olho por olho: a Lei de Talião no contexto bíblico". Concordo com muito pouco do Obama diz e representa, mas, nesse caso, concordo com ele.
  3. "O mundo está melhor sem Osama Bin Laden." Por tudo o que Bin Laden representou e continua a representar depois de sua morte, concordo com a afirmação. Certamente, a sua morte não representa o fim do terrorismo e o fim da sua organização terrorista. Sem Al Qaeda, o mundo estaria muito melhor. Mas, com certeza, a sua liderança maligna serviu para fazer aflorar a malignidade em muitos outros, treinando e enviando homens, mulheres e até crianças para a morte suicida em nome de uma mentira e um falso paraíso. Osama Bin Laden não é Satanás, mas certamente serviu a seus propósitos.
  4. Discute-se o caso de Deus alegrar-se ou não na morte de Bin Laden. Vi textos bíblicos citados para defender ambas as coisas (Ezequiel 5:13 e Ezequiel 18:23, 32, por exemplo). O que não podemos nos esquecer neste contexto é que os crentes são julgados debaixo da justiça de Cristo, a saber, nossos pecados já foram pagos pela morte de um inocente. No caso dos incrédulos, serão julgados segundo as suas obras. O que posso então concluir: Osama Bin Laden foi julgado pelo Senhor segundo suas obras. Até onde sei, nunca conheceu a Cristo como seu Senhor. O mesmo julgamento terão todos os que não conhecem ao Senhor.
Me alegro com a morte de um individuo? Não é do meu feitio. Lembro de ter assistido o vídeo ‘pirata’ do enforcamento de Saddam Russein. Achei muito triste. Não me alegraria em ‘ver’ a morte de Osama. Estou grato pela morte de Osama Bin Laden? Sim, com certeza, pelo que ele representou e da forma que operou contra o bem e tudo o que cremos debaixo da graça comum.

Por último, oro para tenhamos paz. Temo, porque muitos continuam a fazer a sua propaganda de que esta é uma luta de sangue contra o islamismo e não contra o terrorismo.

Quando os atentados aconteceram, em 2001, estávamos nos EUA e imediatamente percebemos que o mundo não seria mais o mesmo. Mesmo vendo pela TV, o cenário e o sentimento era de guerra. Na escola dos meus filhos foram aumentadas as medidas de segurança naquele dia. Hoje, 02 de maio de 2011, foram aumentadas as medidas de segurança na escola dos meus filhos, aqui no Brasil!